A noite chegou...
Parecia estar de luto, ela, a noite.
Pesada, calada e fria.
Nada esperado havia acontecido naquele dia.
Havia esperado pelo dia errado.
A noite foi sendo ela mais e mais e
Fazia das estrelas luz em sua escuridão.
Dos insetos então fiz companheiros,
Dos pensamentos sombras e sobras
E do relógio, fora de hora, fiz adoração.
Assim tudo prosseguiu naquela noite: Parado.
Minha inquietação fez de mim mobília da sala assombrada
E do espelho vitrine de reflexões sob minha óptica.
Foi então que o hoje daquele dia virou aquele amanhã seguinte.
Tudo que não havia chegado no dia anterior,
Chegou naquele dia, no dia depois daquele...
O dia seguinte nunca chega no dia em que se espera por sua chegada.
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domingo, 19 de julho de 2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
Sangue vermelho barro
Vista da praça da Cidade de Cipó-BahiaMinha palavra é de massapê.
Minhas estrofes, quem dera ser, poeira que o vento leva.
Minha origem é pó em si, Ci em Pó ou vice-verso.
Pó que faz do suor o belo e do suar a beleza.
Minha caatinga colorida em tons de cinza
É a minha força que açoita longe a erva danada.
Meu sertão amado feito um prato ao olhar do meio dia.
Meu chão quente como quente corre o meu sangue
Que se corre é por ter pressa em retornar.
Meu sangue é de barro da cor dos olhos sem pão.
Meu coração é casa de taipa onde caibo nele e ele em mim.
Sou frágil fortaleza que por ser frágil ainda mais fortaleza sou.
A vida me diz o tom e eu toco a prosa em frente.
É assim que se toca pelas bandas de lá.
Sou o juazeiro à beira da estrada, a macambira do canto da cerca, o juá que faz sombra na cancela aberta...
Sou a volta da labuta com enxada nos ombros e as costas arqueadas com o peso do mundo...
Sou do sertão e por isso meu verso certo é sertanejo.
Meu coração é casa de taipa, de barro é o meu sangue e
de massapê é a minha palavra.
Palavra forte sem frescor e sem frescura.
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Intimidade Pública,
Poemas diversos...
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Cargas d'água por hora

Meu relógio marca a hora exata deste dia qualquer.
Dia comum de horas numerosas e imprecisas.
Qualquer dia desse mando o tempo passar adiante.
Alguns dias tem horas demais a passar,
Em outros as horas são passageiras de dias aéreos.
Qualquer dia desse eu atiro fora meu pulso por temor ao relógio.
Por que contar o que não é da minha conta?
Mas o tempo vai passando com o tempo.
Quanto tempo tenho pra fazer diferente aquilo que tem por natureza ser igual?
Toda hora é igual por todas serem diferentes uma das outras.
Sou do tempo em que esperar era a única solução.
Agora esperar é esperar o pior acontecer.
Correr atrás do tempo perdido é o que se faz o tempo todo.
Mas como hoje é apenas um dia qualquer onde qualquer hora leva horas a passar.
Melhor eu ter pulso firme e mantê-lo no lugar.
Literatura de ponto de ônibus
A chuva vem do alto e nada diz sobre ela, chuva,
Que não seja que é chuva e que vem do alto.
Desce e molha a tudo e a todos por inteiro.
Um por sua vez a vez de cada um.
A chuva nada diz. A chuva cai, simplesmente cai a chuva.
No inverno ela cala bem mais alto...
A chuva escorre pelas ruas desertas de gente.
Enxurrada de tudo que pode levar,
De tudo que pode ser seu.
Enquanto espero que ela passe, passo a chuva.
Penso: por que da chuva? Por que de...
Ah! Sim, estiou. Deixe-me ir...
Que não seja que é chuva e que vem do alto.
Desce e molha a tudo e a todos por inteiro.
Um por sua vez a vez de cada um.
A chuva nada diz. A chuva cai, simplesmente cai a chuva.
No inverno ela cala bem mais alto...
A chuva escorre pelas ruas desertas de gente.
Enxurrada de tudo que pode levar,
De tudo que pode ser seu.
Enquanto espero que ela passe, passo a chuva.
Penso: por que da chuva? Por que de...
Ah! Sim, estiou. Deixe-me ir...
terça-feira, 28 de abril de 2009
Geometria ar seco
Fotografia de Gilmar LinharesAs margens paralelas dos rios não se cruzam por aqui.
Nesta terra o silêncio fala alto.
Aqui não tem rádio ou radianos,
Mas sobram graus nas têmporas a temperar.
Por todos os lados: sol e sal. Sal, sol e só.
Nada é parecido, similar ou adjacente. Calor!
Se sente. O chão quente a nos maltratar.
Maltratar com a pedra, o fogo e o ferro. Mormaço!
Nesta terra é proibido chorar
Por questões racionais, por racionamento.
Se o futuro a Deus pertence,
Será das águas, o diabo o senhor?
(Poema que teve como intenção mostrar e enfatizar a dificuldade da viva do sertanejo numa região tão seca e seu sofrimento frente a tudo isso. Mostra ainda a sensação de fim de mundo que tudo isso passa - infinitamente longe de tudo - e encerra questionando a fé que acalenta o peito desses homens. Será justo tanto sofrimento?)
Riso raso
Fotografia de Gilmar LinharesOs afluentes deste rio são meus entes queridos.
Queridos outrora e que se foram no presente que me foi dado.
Herança maldita, como malditos são esses versos.
Cada linha escrita, um filete que se derrama.
Bancos lucram. Bancos de areia são criados.
São só falas, falências, falácias e falésias.
Nenhuma providência é deveras tomada. Sequer a Divina.
Tomada? Energia!!!
( Poema que denúncia os abusos sofridos pelos rios, nordestinos em particular, que são explorados de forma irracional. O que é a sensatez frente ao interesse econômico?)
domingo, 26 de abril de 2009
Sertão
Esse foi o primeiro poema que escrevi e por esse motivo tenho um carinho especial por estes versos. Foi onde percebi que não precisava de rimas pra me fazer lido em poesia. Foi aqui que descobri o prazer de discorrer meus pensamentos e deixá-los, livres, fazerem o seu papel, onde notei que na ponta do lápis tudo ficava preto no branco, onde, pela primeira vez, me deparei com minha verdade em tons grafite. Foi aqui que tudo isso que não se sabe o quê ou, ao menos, o porquê começou...
Este poema foi escrito em homenagem a minha adorada cidade - Cipó-Ba - e a todos aqueles que, assim como eu, nasceram, cresceram, estudaram, moraram, veranearam...Enfim, tiveram uma relação mais íntima com essa terrinha abençoada.
É dedicada a todos aqueles que ao invés de criar raízes, escolheram criar asas. Asas para voar alto, desbravar fronteiras e descobrir o quão grande pode ser o mundo e a nós mesmos e que, depois de tudo isso, descobriram o quanto é bom voltar para nosso ninho, nossa terra, nossa referência, nossa Cipó...
É dedicada a todos que: Viram ou participaram da Semana Cultural; jogaram bola no Campo da Sucata, apostado geladinho ou tubaína; tocaram violão com a turma reunida nos degraus do Grande Hotel; participaram dos luais na Praia do Rio; tomaram banho na cascata de madrugada; comeram jaca nas noites de terça-feira; que conheceram o Zé da galinha, o lendário Bode biriba e a sedutora Madame Ray.
Não sei bem pra onde vou, sequer sei o rumo da minha romaria, mas sei que, logo ou talvez um dia, estarei em meu canto, minha terra, minha fortaleza, minha Cipó.

Sertão
Nasci e me criei lá no Sertão.
Foi lá que aprendi a Sertão...
A Sertão forte, a Sertão digno e a Sertão feliz.
Se o Sertão é seco, é porque levamos toda a água nos óio e
Quando de lá estamos longe, irrigamos nossa terra com a oftoirrigação.
Mas as coisa por lá tão miorano,
Depois que as pranta da Caatinga fundaro uma tar associação.
Eu já vi Cabeça-de-frade dando luzes e Unha de gato manicure,
Se arrumando pra reunião com São Pedro, pra trazer água pra região.
Quem já ouviu o baruiu da inxada no chão seco e quente não se esquece...
Aprendemos a lição e batemos com a enxada do coração no chão seco da nossa mente.
Já vi Mandacaru morrer de sede no meio do verão...
Mas nunca hei de ver um cabra sertanejo deixando de sertão...
Sertão forte, Sertão digno e Sertão feliz.
( Vítor, você pediu e aqui está o poema de que tanto gosta. Abraço, meu velho)
Este poema foi escrito em homenagem a minha adorada cidade - Cipó-Ba - e a todos aqueles que, assim como eu, nasceram, cresceram, estudaram, moraram, veranearam...Enfim, tiveram uma relação mais íntima com essa terrinha abençoada.
É dedicada a todos aqueles que ao invés de criar raízes, escolheram criar asas. Asas para voar alto, desbravar fronteiras e descobrir o quão grande pode ser o mundo e a nós mesmos e que, depois de tudo isso, descobriram o quanto é bom voltar para nosso ninho, nossa terra, nossa referência, nossa Cipó...
É dedicada a todos que: Viram ou participaram da Semana Cultural; jogaram bola no Campo da Sucata, apostado geladinho ou tubaína; tocaram violão com a turma reunida nos degraus do Grande Hotel; participaram dos luais na Praia do Rio; tomaram banho na cascata de madrugada; comeram jaca nas noites de terça-feira; que conheceram o Zé da galinha, o lendário Bode biriba e a sedutora Madame Ray.
Não sei bem pra onde vou, sequer sei o rumo da minha romaria, mas sei que, logo ou talvez um dia, estarei em meu canto, minha terra, minha fortaleza, minha Cipó.

Sertão
Nasci e me criei lá no Sertão.
Foi lá que aprendi a Sertão...
A Sertão forte, a Sertão digno e a Sertão feliz.
Se o Sertão é seco, é porque levamos toda a água nos óio e
Quando de lá estamos longe, irrigamos nossa terra com a oftoirrigação.
Mas as coisa por lá tão miorano,
Depois que as pranta da Caatinga fundaro uma tar associação.
Eu já vi Cabeça-de-frade dando luzes e Unha de gato manicure,
Se arrumando pra reunião com São Pedro, pra trazer água pra região.
Quem já ouviu o baruiu da inxada no chão seco e quente não se esquece...
Aprendemos a lição e batemos com a enxada do coração no chão seco da nossa mente.
Já vi Mandacaru morrer de sede no meio do verão...
Mas nunca hei de ver um cabra sertanejo deixando de sertão...
Sertão forte, Sertão digno e Sertão feliz.
( Vítor, você pediu e aqui está o poema de que tanto gosta. Abraço, meu velho)
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Café
Poema feito em homenagem ao meu avô, meu herói eterno que, por ser eterno, será meu herói por toda minha vida enquanto vida, em mim, houver, Francisco Paes de Sena. " Adriano, não existe o ensinar, existe o aprender. Conjugue esse verbo e será tua tanto a responsabilidade quanto o mérito. Conjugue-o em qualquer pessoa e serás tu um bom sujeito". Aqui estou, meu velho, não sei se consigo ser tudo o que desejas, mas saiba que desejo ser tudo aquilo que te agrada. Que o senhor continue me iluminando para que eu consiga ser sombra do que tu és e que o Senhor me perdoe por tanta pretensão, mas isso foi o senhor mesmo que me ensinou...
Gosto do café amargo.
Porque esse é o gosto do café.
E, por isso gosto dele: Pelo jeito que ele tem.
Cada coisa tem seu jeito.
O jeito de cada coisa.
E, tem-se que gostar de cada coisa,
Por ela ser essa coisa e não outra ou coisa nenhuma.
Nunca reduzi as coisas a açúcar.
Nunca me agradou a idéia de tudo ser uma coisa só.
E, ao tomar meu café, amargo. Penso:
Que bom que não existe açúcar pra pessoas...
Ao meu Mestre, com todo o amor. Bacelar
Gosto do café amargo.
Porque esse é o gosto do café.
E, por isso gosto dele: Pelo jeito que ele tem.
Cada coisa tem seu jeito.
O jeito de cada coisa.
E, tem-se que gostar de cada coisa,
Por ela ser essa coisa e não outra ou coisa nenhuma.
Nunca reduzi as coisas a açúcar.
Nunca me agradou a idéia de tudo ser uma coisa só.
E, ao tomar meu café, amargo. Penso:
Que bom que não existe açúcar pra pessoas...
Ao meu Mestre, com todo o amor. Bacelar
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Primeiro os primórdios
Esse foi um dos primeiros textos que escrevi e, acredite, isso faz tempo. Vasculhando a gaveta encontrei uma lauda amarelada, talvez por vergonha de ter-se escondido por tanto tempo. A qualidade não é lá grandes coisas, logo, sejam complacentes com as linhas e não descarrilem a idéia. Antes, porém, deixem eu contextualizá-lo.
Vivemos num país onde temos um escândalo por dia, faltam dias pra tantos escândalos, é um atrás do outro ou na frente, sei lá... Já perdi o senso de direção e por pouco os sentidos. CPI virou parte do nosso vocabulário: Mais uma daquelas palavras que não servem pra nada. Não dá tempo nem de absorver o golpe e lá vem outro e outros... Nossa sociedade está mergulhada num intenso estado de catatonia. Ninguém vê ou ouve nada, nem mesmo aquilo o que se fala. Parece que virou moda ser resignado e aceitar de forma pacífica ou passiva tudo que aí está - tendência “ou trono/inferno” - que ser submisso é ser elegante e ficar calado é ter etiqueta. O inaceitável virou quebra-queixo: Duro, mas docinho de engolir. No Brasil quem tem boca vai a Roma, mas dá uma preguiça danada reclamar na rua do lado... E, assim, vamos subindo ladeira abaixo.
Deixemos a TV pensar por nós, assim temos mais tempo de ver TV. É assim que a TV quer te ver: Com o controle,ou a falta dele, nas mãos a escolher por qual cano quer entrar...Cano 1, 7, 11? Damos à televisão o melhor lugar da sala e permitimos que ela faça de Tiradentes um herói, de Evo Morales uma ameaça, de Lampião um desordeiro, da renúncia de Collor um impeachment e de Obama um pop star... “É sério, pô, eu ví na tv!”.
É preciso que se saiba ver as coisas por todos os ângulos, uma pirâmide vista do alto é um perfeito quadrado. O mundo é leitura. “Leia” o que se é dito e fique atento à pontuação, ao ponto de vista. Ligue a TV e assista tudo com muita atenção. Assista a canais distintos, confronte informações e mídias diferentes, mas não esqueça de, antes do ON, acender um vela à Santa Protetora dos telespectadores.
Ah, sim...O tal texto antigo, tava quase esquecendo...
Vivemos num país onde temos um escândalo por dia, faltam dias pra tantos escândalos, é um atrás do outro ou na frente, sei lá... Já perdi o senso de direção e por pouco os sentidos. CPI virou parte do nosso vocabulário: Mais uma daquelas palavras que não servem pra nada. Não dá tempo nem de absorver o golpe e lá vem outro e outros... Nossa sociedade está mergulhada num intenso estado de catatonia. Ninguém vê ou ouve nada, nem mesmo aquilo o que se fala. Parece que virou moda ser resignado e aceitar de forma pacífica ou passiva tudo que aí está - tendência “ou trono/inferno” - que ser submisso é ser elegante e ficar calado é ter etiqueta. O inaceitável virou quebra-queixo: Duro, mas docinho de engolir. No Brasil quem tem boca vai a Roma, mas dá uma preguiça danada reclamar na rua do lado... E, assim, vamos subindo ladeira abaixo.
Deixemos a TV pensar por nós, assim temos mais tempo de ver TV. É assim que a TV quer te ver: Com o controle,ou a falta dele, nas mãos a escolher por qual cano quer entrar...Cano 1, 7, 11? Damos à televisão o melhor lugar da sala e permitimos que ela faça de Tiradentes um herói, de Evo Morales uma ameaça, de Lampião um desordeiro, da renúncia de Collor um impeachment e de Obama um pop star... “É sério, pô, eu ví na tv!”.
É preciso que se saiba ver as coisas por todos os ângulos, uma pirâmide vista do alto é um perfeito quadrado. O mundo é leitura. “Leia” o que se é dito e fique atento à pontuação, ao ponto de vista. Ligue a TV e assista tudo com muita atenção. Assista a canais distintos, confronte informações e mídias diferentes, mas não esqueça de, antes do ON, acender um vela à Santa Protetora dos telespectadores.
Ah, sim...O tal texto antigo, tava quase esquecendo...
MANIFESTO
Levantai-vos povo brasileiro,
Pois é chegada a hora do levante.
Nesse país onde a miséria não dá trégua,
Sejamos ponto. Sejamos Virgulino.
Nessa pátria onde não se faz luz,
Não nos acanhemos. Sejamos Lampião, ou tal como.
Não nos deixeis manipular ou esmorecer.
A justiça se faz cega porque o horizonte é negro.
Não sejamos covardes. Sejamos conselheiro.
O poder da revolta é o galope da revolução.
A vergonha é a catapulta da mudança.
Não tenhamos a cara pintada.
Estejamos limpos: mãos, corpo, alma e coração.
Não sejamos cabisbaixos. Falemos alto. Nos façamos ouvir.
Se sabemos que tudo está errado.
Por que esperar que outros venham mudar.
Onde estão os brasileiros?
Por onde se escondem, se escondem em que lugar.
Eu só acredito e tenho certeza de uma coisa:
Levantai-vos povo brasileiro.
É chegada a hora do levante!!!
Pois é chegada a hora do levante.
Nesse país onde a miséria não dá trégua,
Sejamos ponto. Sejamos Virgulino.
Nessa pátria onde não se faz luz,
Não nos acanhemos. Sejamos Lampião, ou tal como.
Não nos deixeis manipular ou esmorecer.
A justiça se faz cega porque o horizonte é negro.
Não sejamos covardes. Sejamos conselheiro.
O poder da revolta é o galope da revolução.
A vergonha é a catapulta da mudança.
Não tenhamos a cara pintada.
Estejamos limpos: mãos, corpo, alma e coração.
Não sejamos cabisbaixos. Falemos alto. Nos façamos ouvir.
Se sabemos que tudo está errado.
Por que esperar que outros venham mudar.
Onde estão os brasileiros?
Por onde se escondem, se escondem em que lugar.
Eu só acredito e tenho certeza de uma coisa:
Levantai-vos povo brasileiro.
É chegada a hora do levante!!!
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